Olhos de fim de tarde

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Nevava, e lá ele estava

Encostado na beirada da porta

Olhando o horizonte fixamente

Como se aquele cenario pudesse desvendar

Quais linhas seguir naquela estrada

Coberta pela falta de vida de um branco que se apresentava

Seus olhos refletiam a cor 

Era um alaranjado apagado

Um roxo funebre

e por fim… 

Escuridão

E diante da paisagem branca, 

repousou

Com as pétalas da cerejeira 

caindo e aquecendo um sono do qual não iria mais acordar

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