TOP FIVE: músicas que não saem da minha playlist

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Tem música que não importa o quanto o tempo passe, elas continuam na nossa playlist, porque temos dó de tirá-las dali. Eu vou citar cinco das sei lá quantas músicas que permanecem não importa o momento na minha playlist diária.

Let’s Go… Baby!

1º) Highway to Hell – ACDC

Escutei essa música a primeira vez em 2007. Foi amor a primeira vista pela música e pela banda. E até então eu não possuia nenhuma banda de Rock favorita. ACDC veio para ocupar este lugar. E estou aqui até hoje sonhando em ver ‘in loco’ essa maravilha do rock internacional 🙂

2º) Sonho de uma flauta – O Teatro Mágico

Conheci o Teatro Mágico em 2008. Pude ir a um show deles em 2013. Conheci todos do grupo e ouvi essa música grudada na grade de frente para o vocalista. A letra e a melodia são apenas muito amor. É uma das músicas que me acalmam em dias de tempestade.

 3º) Perfect – P!NK

O que dizer, né produção? Alecia Moore é paixão, é amor, é diva, é inspiração da vida e esta música em questão é a minha favorita de todas as favoritas. A letra que nada mais parece que um protesto contra o preconceito estético e a busca da beleza perfeita tem um pouco das coisas que defendo. Resumindo, P!nk em boa parte de Perfect me definiu, apenas.

4º) Mais que um mero poema – Rosa de Saron

Rosa de Saron é para inicio de conversa uma banda de música católica, mas cujas letras na voz do vocalista Guilherme de Sá parecem ganhar vida de tanto que nos tocam. E a música Mais que um mero poema  é uma dessas músicas cuja a letra é forte e passa um recado atual sempre. Tratando da violência e do abandono social, Mais que um mero poema acaba por ser um poema cuja mensagem nada mais é que um protesto contra a desigualdade social.

5º) Hallelujah – Jeff Buckley  

Se você pensou na música do filme Shrek, acertou. É ela mesmo, porém a versão do Jeff não é a versão do filme e ao contrário do que alguns pensam ela não é uma música gospel. Hallelujah é uma declaração de amor de um homossexual para o seu pretendido parceiro. Ou seja, nem preciso dizer que gosto dela justamente por ser uma música que aborda o amor como ele é, sem distinção de raça, credo ou no caso, orientação  sexual.

Essas são só cinco das músicas que nunca saem da minha playlist. Cinco músicas de uma lista que vai de Ney Matogrosso à Cazuza, Guns N’ Roses à Diogo Nogueira e de Tom Jobim à Elvis Presley.

” Sem a música a vida seria um erro” 

                                          – Nietzsche

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Evolução da Música a cappella

Sem nenhum auxilio instrumental e só na base do gogó o grupo Pentatonix fez um resgate histórico e bonito de se ouvir  da arte que eu mais amo, a música!. Somente apaixonei, fora que amo esse estilo a cappella .

Don’t Stop the Music!

Sobre o grupo: 

Pentatonix é um grupo estadunidense a cappella composto por cinco vocalistas: Scott Hoying, Kirstin “Kirstie” Maldonado, Mitchell “Mitch” Grassi, Avriel “Avi” Kaplan e Kevin “KO” Olusola, formado na cidade de Arlington, Texas. O grupo venceu a terceira temporada do programa The Sing-Off, da rede de televisão norte-americana NBC em 2011, cantando um arranjo a cappella da canção “Eye of the Tiger“, originalmente gravada pela banda de rock Survivor como sua canção da vitória. O Pentatonix ganhou US$200.000 e um contrato de gravação com a Sony . Seu EP de estréia saiu em 2012, PTX Vol. 1, alcançou o 14º lugar na Billboard 200, e sua versão de 2013, PTX Vol. 2, estreou em 10º lugar na Billboard 200. Eles já venderam mais de 500.000 cópias.

O grupo está atualmente no elenco do filme Pitch Perfect 2, em cartaz nos cinemas e com turnê mundial.

#MusicMonday: Hoje é dia de Rock, baby!

Hoje a playlist é comemorativa. Todinha especial para o dia mundial do rock. Dia este que foi  escolhido em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu em 13 de julho de 1985.

A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como Paul McCartney, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, Queen,David Bowie, U2 entre outros.

E para quem não sabe, o Live Aid nada mais foi que um show simultâneo que ocorreu em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, cujo o objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. Ou seja, o tipico evento que não se vê muito hoje em dia!

Sendo assim, como hoje é dia mundial do rock, bebê,  a minha playlist vai ser toda trabalhada nos solos de guitarra, porque rock é amor, é vida!

Segue o som…

  • No topo da lista: ACDC – Back in Black

ACDC  de longe é minha banda favorita do gênero. Não seria minha essa play se eles não estivessem presentes. Somente!

  • Nirvana – Smell like teen spirit

Tio Kurt não pode ficar de fora nem de brincadeira!

  • Metallica – Enter Sandman

Primeira música do Metallica que escutei na vida. E a partir dela conheci a banta e pronto. Nasceu o amor!

  • Guns and Roses- Welcome to the Jungle 

Guns é guns. Dificilmente você vai achar alguém que nunca escutou Guns na vida. Somente!

  • E para finalizar: Aerosmith – Angel

Vou fechar minha playlist do dia com o tio Tyler, porque sou dessas. E Aerosmith é amor!

25 anos sem Cazuza

E lá se foram 25 anos sem o poeta do amor exagerado. 25 anos sem Cazuza. Mas, mesmo se passando tanto tempo assim, suas músicas ainda estão presentes. Seja em um comercial, seja em um protesto, Cazuza vive na obra que deixou.

Como queria tê-lo conhecido. Estado no seu tempo, mesmo que hoje suas músicas nos defina socio e politicamente falando. Um Brasil que agora mostra sua cara atras de alguma ideologia. Cazuza seria desses, desvirtuados que a sociedade dos bons costumes condenaria, mas quem poderia achar que ele está derrotado? Depois de tanto tempo ele ainda rende o que falar. Rende views em um comercial, rende homenagens, rende lembranças seja aqui ou em um trem para estrelas.

Sorte ou azar ser tão lembrado assim? não sei! A esta altura, onde os sonhos já foram todos vendidos e tão barato que eu nem acredito, Cazuza provavelmente enlouqueceria e mesmo que por quase um segundo ele se sentiria um maior abandonado sem saber o que fazer para ver o dia nascer feliz outra vez. Em dias como o de hoje, nesse mundo que é um moinho, Cazuza inventaria um amor, um amor para proteger, um amor pra dizer, um amor para ser poema, para ser grande, para ser seu.

Hoje, Cazuza seria não só poeta, mas sobretudo um defensor de todas as formas de amar e viver!